CLÓVIS CORREIA teve a conscientização e participação política influenciadas pela militância sindical no magistério, no final dos anos 70, numa conjuntura marcada pela crise da ditadura militar e de clamor pela redemocratização do país, simbolizadas pelas históricas campanhas da Anistia e das Diretas Já.
Mais do que escutar e ler sobre as arbitrariedades dos governos autoritários sobre os cidadãos e lideranças políticas, viveu pessoalmente a realidade. Detido à porta do Colégio Estadual Murilo Braga, durante um dos movimentos da categoria, foi conduzido para antiga Delegacia do DOPS- Departamento de Ordem e Política Social, um dos instrumentos de repressão do regime. Aberto inquérito com base na Lei de Segurança Nacional em vigor, posteriormente arquivado, foi suspenso por trinta dias do trabalho e teve o pagamento suspenso.
Filiado ao Partido dos Trabalhadores, ajudou sua fundação e organização local. Divergindo da então orientação pragmática, profissional e personalista, deixou o partido no início dos anos 90 e ingressou no Partido Democrático Trabalhista - PDT.
É um dos mais próximos colaboradores do Secretário Geral do PDT-RJ, Carlos Correia, tendo participado de três das quatro campanhas vitoriosas de deputado estadual.
Na eleição de 2008 para prefeito de São João de Meriti, onde o partido ofereceu o Vice, coordenou o Comitê de Educação, sendo um dos formuladores do Boletim "Folha da Educação" e do evento "Conversa de Educadores".
Defensor de um Estado ético, popular e democrático, que esteja organizado e funcione visando o interesse do povo brasileiro e dos mais desfavorecidos.
